«TER PÁTRIA NÃO É NASCER NUM CERTO SÍTIO, É TER DE COMER, TER CASA, ESCOLA, ASSISTÊNCIA MÉDICA». Av. Dr. Magalhães Lemos. Edifício Impacto, Bloco 21. befelgueiras@gmail.com Telemóvel 917684030
Domingo, 26 de Fevereiro de 2006
Nota de Imprensa - beFelgueiras

 Bloco de Esquerda de Felgueiras


beFelgueiras@gmail.com


Estrela be.jpg


  Nota de Imprensa:


 


O Secretariado do Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda de Felgueiras vem, por este meio, dar público conhecimento que:


Decorreu no passado dia 22 de Fevereiro de 2006, pelas 21 horas, na sede local do Bloco de Esquerda [Edifício Campo da Feira, número 9001, Loja 3 – (Galerias Vasco da Gama)] uma assembleia plenária – com a presença dos camaradas João Teixeira Lopes, em representação da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda e António Soares Luz, em representação da Comissão Coordenadora Distrital do Porto–, na qual se fez uma discussão e um balanço sobre as eleições presidenciais.


Assembleia aprovou e ratificou novas adesões à estrutura local do Bloco.


A reunião magna dos bloquistas deliberou, também, proceder à eleição do Secretariado do Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda composto por cinco elementos. Este primeiro secretariado, efectivamente eleito entre os seus pares, é constituído pelos camaradas:


António Jorge Ferreira da Silva,


Bruno Joaquim da Silva Mendes,


Diogo Oliveira Coelho Pimentel Silva,


Joaquim dos Santos Pinho,


Pedro Filipe Fidalgo de Sousa Machado.


Esta lista que se apresentou às eleições com a moção: “Bloco de Esquerda de Felgueiras – Consolidar para expandir” foi sufragada por unanimidade e tem como grandes objectivos:


- Consolidar e expandir o Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda de Felgueiras;


- Dinamizar um conjunto de debates sobre temáticas pertinentes do nosso concelho;


- Consolidar a sua posição na rede nacional de sedes locais do Bloco;


- Participar no redimensionamento dos órgãos executivos tendo em vista uma simplificação organizativa do partido;


- Participar na marcha nacional pelo emprego tendo em vista que o desemprego tende a aumentar;


- Colaborar com a comissão autárquica e participar nas jornadas autárquicas;


- Intervir nos comícios, particularmente nos assuntos sobre a paridade;


- Participar no acampamento de jovens do ensino secundário;


- Fazer movimento social e popular.


 


Felgueiras, 24 de Fevereiro de 2006


Pelo Secretariado do Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda de Felgueiras


 


António Jorge Ferreira da Silva


Bruno Joaquim da Silva Mendes



publicado por befelgueiras às 18:06
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2006
Inquérito - Energia Nuclear

Portugal deve investir na enegia nuclear como forma de reduzir a dependência energética do exterior?



Sim 9,38% (3 votos)
Não 65,63% (21 votos)
Não sei 25,00% (8 votos)

Total: 32 votos
(*) Posição obtida em: 21/02/2006 15:11:42



publicado por befelgueiras às 12:39
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006
Lorca

"Na bandeira da Liberdade


bordei o amor maior da minha vida."



Frederico Garcia Lorca (1898-1936), poeta espanhol


Tradução Livre



publicado por befelgueiras às 15:14
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O Ocidente, a Liberdade e Outras Opiniões

            O Ocidente, a Liberdade e Outras Opiniões


      Esse rasto de violência e abuso praticados em nome da liberdade e da democracia como valores de um “ocidente” intemporal e superior, conduz-nos ao equívoco central desta ideologia hierarquizadora das “civilizações”: o da sua relação com a liberdade e a democracia.
Artigo de Fernando Rosas no Público de 22 de Fevereiro de 2006. 


                              


      As notícias que nas últimas semanas se sucederam sobre a prática de torturas, tratamentos desumanos e violências de toda a ordem por parte das forças anglo-americanas no Iraque, no Afeganistão, em Guantanamo ou nas cadeias secretas da CIA, instalaram uma crise sem remédio no estafado discurso da superioridade civilizacional, uma justificação retomada de pretéritas ideologias imperiais do ocidente para legitimar a presente política de guerra e de agressão da administração dos EUA.

      Foram os filmes mostrando soldados britânicos a sovar brutalmente, no interior de um aquartelamento, três adolescentes iraquianos capturados numa manifestação de rua contra os ocupantes. Foram as novas e ainda mais dilacerantes imagens das torturas e assassinatos praticados por elementos das forças armadas dos EUA na prisão de Algharib, no Iraque (que não levaram ao banco dos réus nem um só dos mandantes hierárquicos dos torcionários). Foi, há dias, a divulgação publica do relatório da Comissão dos Direitos Humanos da ONU sobre Guantanamo, assinado por cinco peritos independentes designados em 2004 para acompanhar aquele centro de detenção, a quem as autoridades norte-americanas recusaram a possibilidade de visitar os prisioneiros ou de falar com eles em privado.

      O relatório é devastador para o governo de Washington: denuncia como “equivalentes à tortura” várias práticas de interrogatório reconhecidamente executadas em Guantanamo contra os presos, pede o encerramento do campo e a apresentação dos presos a julgamento. Finalmente, numa decisão histórica, o Parlamento Europeu aprovou no passado dia 16 de Fevereiro, com um único voto contra e uma só abstenção, uma moção a favor do encerramento do campo de Guantanamo e do tratamento dos detidos de acordo com a legislação internacional sobre os direitos humanos.

      Esse rasto de violência e abuso praticados em nome da liberdade e da democracia como valores de um “ocidente” intemporal e superior, conduz-nos ao equívoco central desta ideologia hierarquizadora das “civilizações”: o da sua relação com a liberdade e a democracia.

      Desde logo, porque até à II Guerra Mundial, o discurso sobre a superioridade do “ocidente”, da “civilização europeia”, ou “cristã”, ou das várias “raças” que se candidatavam a interpretá-la, nunca teve nada a ver com a liberdade, a democracia e ainda menos com a justiça social. Essa mística organicista e anti-racionalista, esse darwinismo social e civilizacional descambou no horror do nazismo, nos fascismos ou nesse cruzar de sulcos de violência e exações inomináveis que foi o moderno colonialismo europeu. Em nome do “ocidente”, Hitler atacou a URSS em 1941, em nome da superioridade civilizacional do “ocidente” se saqueou e dominou impiedosamente a África e a Ásia, sobretudo desde os finais do século XIX.

      Ao contrário, os paladinos da democracia, do antifascismo, da revolução social, da autodeterminação, surgiam como suspeitos cosmopolitas e internacionalistas, desde que a Revolução Francesa proclamara os “direitos do homem e do cidadão” como panaceia universal, confirmada e formalizada no pós-guerra pelas Nações Unidas vitoriosas do nazifascismo. Isto é, a liberdade e os direitos fundamentais como conquista e como batalha da moderna condição humana e não de nenhuma “raça” ou “civilização” superior.

      É certo que o “ocidente”, ou seja, o mundo capitalista sobrevivente da II Guerra Mundial, se redefiniu e reencontrou em torno da nova liderança dos EUA no quadro da guerra fria. Ameaçado pela subversão comunista e beneficiando do mais prolongado período de prosperidade que se conhecera, o “ocidente” aceitou profundas reformas políticas, económicas e sociais no capitalismo arvorando-se em campeão da liberdade e do wellfare state face ao bloco soviético. Mas, sobretudo fora de portas, teve poucas lições a dar: a sucessão de terríveis guerras coloniais (da Indochina às colónias portuguesas, passando pela Malásia ou a Argélia) com que os velhos impérios europeus procuraram esmagar, sem excesso de estados de alma liberais, as lutas pela independência nacional dos povos colonizados; os crimes sem castigo cometidos pelos EUA na guerra do Vietname; o apoio de Washington ao advento das sanguinárias ditaduras militares da América Latina nos anos 60 e 70 com o fito de aniquilar as guerrilhas revolucionárias e os movimentos progressistas na América Central e do Sul, indicavam que o modelo das democracias com (desigual) prosperidade não se destinava a ser partilhado pelos países do que então se chamou Terceiro Mundo. E que o bem-estar de uns, em boa medida, assentava na perpetuação da pobreza e da iniquidade nos outros.

      A mistificação de um “ocidente” como essência da liberdade e do bem estar universais, um dos argumentos centrais da guerra fria, só pode consolidar-se ideologicamente dos anos 80 para os 90 do século passado, só pode, até, transformar-se numa espécie de “pensamento único” devido à implosão histórica da sua alternativa teórica, o mundo do chamado socialismo real, afogado nos destroços da sua burocracia exploradora e opressiva.

      Mas o capitalismo pós-queda-do-muro de Berlim, isto é, o capitalismo da época da globalização e a sua nova e solitária hegemonia imperial rapidamente dispensaram essa velha história de um “ocidente” da liberdade e da abundância ao alcance de todos. Num duplo sentido. Reviram-na como modelo retórico de exportação, mas até como sistema político e social de preservação doméstica nos países do centro do sistema. A superioridade do “ocidente” retomou os seus direitos como discurso xenófobo e racista legitimador da guerra de civilizações, da guerra aos “bárbaros” ou aos “terroristas”, uma “guerra sem fim” expressão do novo expansionismo imperial. Simultaneamente, em nome dos imperativos da guerra permanente iniciou-se o esvaziamento e a negação do “intocável” Estado de Direito ocidental, como esta à vista. E em nome da nova lógica de acumulação do capitalismo global lançou-se o ataque sistemático e a destruição das principais conquistas da democracia social.

      O “ocidente” da globalização capitalista mudou de cara e de argumentos. É um campo contraditório e complexo sob a supremacia norte-americana, com a perspectiva da guerra contínua e da subversão do direito internacional em fundo e a negação progressiva mas inexorável da democracia política e social como programa.

      Resta o outro lado do mundo. A globalização outra que vai unindo num laço visível e invisível de solidariedade e mobilização o operário chinês sobreexplorado, as meninas prostituídas da Tailândia, a mulher desempregada da Europa, o emigrante africano sem direitos, o camponês sem terra da América Latina, o negro destinado à pobreza dos subúrbios de Los Angeles, os fulminados pelas excomunhões dos fundamentalismos islâmicos ou evangélicos, as vítimas de todos os racismos e xenofobias, os condenados da terra. E esse é o terreno internacional e cosmopolita por excelência dos combates a vir, herdeiro e reconstrutor dos grandes projectos emancipatórios, ou seja, das grandes heresias da nossa idade.

      Não, não creio que o futuro brote de um choque de civilizações, ainda que os povos se deixem temporariamente arrastar para essa insinia. Acho muito simplesmente que Rosa Luxemburgo tinha razão: o futuro será o socialismo ou a barbárie


 


Civilização ou Barbárie?

Por Emir Sader




    
A hegemonia ocidental trouxe consigo uma história reescrita. Quem ganha não somente leva o botim, mas também o direito de reinterpretar o mundo a partir da sua vitória. O poder é o poder das armas e do dinheiro, mas também o poder da palavra. Conforme Walter Benjamin, nessas condições, nem o passado está seguro, ele é abalado permanentemente pela ótica dos novos vencedores.


     A ascensão européia como pólo dominador no mundo impôs a dicotomia civilização ou barbárie para tratar de justificar seu poder e a colonização da periferia do sistema. Apropriando-se do termo civilização e desqualificando as civilizações mais antigas do mundo, tachando-as de bárbaras , as potências coloniais procuraram legitimar sua dominação e justificar os maiores massacres da história da humanidade cometidos em nome dessa categoria apropriada pelos colonizadores.


     Foi em nome desse projeto civilizatório que foram dizimadas as populações indígenas das Américas. Foi sob esse nome que se deu o tráfico de escravos. Juntos, esses massacres representam a pior matança da história da humanidade. E foram elas que marcaram a chegada do capitalismo ao nosso continente.


     Mas se tomamos episódios mais recentes, que marcaram o século passado, as duas guerras mundiais, conflitos inter-imperialistas, produziram a maior quantidade de mortos que o século conheceu, resultado das disputas entre as potências imperialistas para redividir o mundo entre elas, incluídos os regimes fascista, nazista, franquista e salazarista.


     Em nome de que civilização pode falar o ocidente capitalista? Com que direito tratam de desqualificar as outras civilizações como bárbaras?


     De qualquer forma, em sua versão eurocêntrica e, agora, do american way of life, tornaram hegemônico esse discurso da civilização contra a barbárie. Edward Said já desmistificou esse enfoque, ao denunciar o orientalismo como simplesmente o outro, o universo que não é o ocidental dominante.


     Resta agora destacar o caráter racista dessa visão de mundo. Um filósofo midiático na era da mídia, esta projeta falsos filósofos -, Alain Finkelkraut já pregou que o anti-racismo será o anti-comunismo do século XXI. Isto é, o inimigo da civilização ocidental é o anti-racismo. É uma afirmação audaz, mas honesta. Porque a hegemonia cultural da civilização ocidental se construiu na base da superioridade racial dos brancos.


     Nenhum instrumento foi tão importante para essa hegemonia do que Hollywood. E os arquétipos de Hollywood têm um profundo caráter racista. Os filmes de cow-boy ou de far-west apresentavam os indígenas, massacrados pelos colonizadores, como bandidos, enquanto John Wayne e seus colegas, como mocinhos. Por sua vez, os filmes de guerra dos Estados Unidos são sempre contra outras raças asiáticos (japoneses, coreanos), africanos, árabes. Pouparam sempre o país que promoveu a maior limpeza étnica da história da humanidade os alemães, contra os judeus, os ciganos, os socialistas e comunistas. O único filme de peso que atacou frontalmente o nazismo O grande ditador -, feito por Chaplin, causou tanto mal-estar, que seu diretor teve que abandonar os Estados Unidos antes mesmo da estréia do filme.


     Sabe-se como o cinema reescreve a história e deixa profundas marcas no imaginário das pessoas. Hollywood inaugurou uma série de filmes que tentavam reescrever a história da guerra do Vietnã, com os soldados dos Estados Unidos torturados pelos vietnamitas. Mais recentemente, um filme de guerra estadunidense fez as tropas desse país protagonizarem uma batalha que na verdade foi protagonizada pelos britânicos.


     Muito pior é a consolidação dos africanos, asiáticos, árabes como bárbaros. Eu diria mais do que isso é um crime, quase uma incitação à discriminação e à violência, quando não ao extermínio. Uma civilização que discrimina dessa forma - que tem na sua conta o extermínio dos povos indígenas nas Américas, o crime tão brutal de trazer à força milhões de negros, arrancados do seu mundo, para trabalhar como escravos a fim de produzir riquezas para os colonizadores brancos, e o holocausto, que previa friamente a extinção de uma raça, com aproveitamento industrial de todos os que se pudesse aproveitar economicamente de seus cadáveres - pode ser chamada de civilizada? Pode considerar aos outros como bárbaros?



   Emir Sader , sociólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).     


  Autor do livro A Vingança da História, Editora Boitempo, é membro do Conselho Cultural e Científico do Instituto da Cultura Árabe .


 



publicado por befelgueiras às 14:40
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Declaração política sobre Guantanamo

                             Declaração política sobre Guantanamo


      O deputado Fernando Rosas apresentou um voto na A. R. tendo afirmado: "Guantanamo tornou-se a terceira mentira da guerra de agressão do Iraque, depois das armas de destruição maciça e das armas nucleares. É a mentira dos direitos humanos que iriam ser levados e instalados pelas tropas de ocupação e os seus sequazes locais" e ainda "Precisamos de saber o que pensa o actual governo da situação de Guantanamo e que diligências se propõe, se é que se propõe fazer, neste domínio".


                                                                   


                                               Declaração política do Bloco de Esquerda
      Fernando Rosas:

      Pedi a palavra para, em nome da bancada do Bloco de Esquerda, falar de Guantanamo, precisamente quando passaram 4 anos sobre a transformação dessa base militar norte-americana em centro de detenção para suspeitos de terrorismo.


 


      Até Janeiro de 2002, a base militar de Guantanamo era a expressão da sobrevivência da doutrina de Monroe, mãe de todas as doutrinas imperiais dos EUA para a América Latina, cravada, qual ameaça permanente, no território de Cuba. Já não era pouco.


 


      Mas desde essa data, reconvertida em campo de detenção dos prisioneiros das guerras de ocupação dos EUA, Guantanamo transformou-se no símbolo do novo gulag pós guerra fria. Por lá, de há 4 anos a esta parte, terão passado 750 detidos de 35 nacionalidades, considerados como suspeitos pelas autoridades norte-americanas, continuando presas cerca de 500 pessoas.


 


      Como o Gulag, Guantanamo convoca a incerteza e o arbítrio do labirinto kafkiano: os EUA não consideram aplicáveis aos seus prisioneiros – para quem inventaram a nova classificação de “combatentes inimigos” – nem a legislação dos EUA (alegando que estão presos fora do seu território), nem a Convenção de Genebra, por não os considerarem prisioneiros de guerra. O que significa que é a Administração que define unilateral, arbitrária e secretamente o (não) estatuto dos presos que têm à sua guarda: a maioria permanece detida totalmente à margem de qualquer procedimento judicial, por tempo indeterminado, podendo vir a ser julgada e até condenada à morte por tribunais militares especiais nomeados pelo Governo de Washington, dos quais não cabe recurso.


 


      Pior do que isso, o governo dos EUA autoatribuiu-se o direito de requalificar, relativizando e banalizando, a noção de tortura, permitindo-se aplicar reiterada e prolongadamente contra os presos uma vasta gama de violências e de tratamentos desumanos que passam pela tortura do sono, a alimentação forçada de grevistas da fome (com os presos atados e alimentados por entubamento violento), a simulação de afogamento, a sujeição a temperaturas e ruídos extremos, o atiçar de cães, o isolamento prolongado, e outros. Com a agravante de que tem impedido a fiscalização internacional da C. V. I. e da Comissão de Direitos das NU ao proibir que os seus delegados se avistem com os detidos.


 


      A vasta corrente de indignação pública internacional contra esta e outras práticas de abuso dos direitos fundamentais por parte das autoridades dos EUA – não nos esqueçamos que Guantanamo é o elo de uma cadeia de violência e ilegalidade que passa pelas torturas de Abu Ghraib, pelas prisões secretas e os raptos da CIA, pela tentativa de alterar legislações garantidoras dos direitos fundamentais, por violências graves imputadas às tropas de ocupação no Iraque e no Afeganistão, etc… - conduziu já a declarações inusitadas de alguns dos principais dirigentes europeus, mesmo dos que sempre sustentaram a invasão do Iraque.


 


      O Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Jack Straw, fez votos para o fim, a expressão é dele, do “Gulag americano”. E a chanceler conservadora alemã, Angela Merkel, criticou abertamente o campo de Guantanamo. Mais importante ainda, o projecto de relatório da Comissão de Direitos Humanos da ONU, elaborado por cinco peritos independentes para acompanhar a situação naquele centro de detenção, propõe-se concluir de forma devastadora para os argumentos de Washington: equipara à tortura as citadas práticas de interrogatório contra os presos de Guantanamo, apela ao encerramento do campo e ao julgamento de todos os detidos em território americano, afirmando que a justificação legal apresentada por Washington para as detenções é uma distorção da lei internacional. Trata-se de uma situação, afirmou ao Times o perito da ONU Manfred Novak, que “em várias áreas viola a lei e as convenções sobre direitos humanos e tortura”.


 


      Simultaneamente, no passado dia 16 de Março, numa resolução seguramente de enorme significado, o Parlamento Europeu, com um único voto contra e uma abstenção apelou ao encerramento do campo de Guantanamo, insistiu em que “todos os prisioneiros deviam ser tratados de acordo com as leis humanitárias internacionais e julgados sem demora em audiência pública e justa por um Tribunal competente, independente e imparcial”, tendo condenado “todas as formas de tortura e maus tratos” e apelado ao cumprimento da lei internacional. O PE lembrou, aliás, que o combate ao terrorismo “só pode ser conduzido com sucesso se os direitos humanos e as liberdades civis forem plenamente respeitados”.


 


      Guananamo tornou-se a terceira mentira da guerra de agressão do Iraque, depois das armas de destruição maciça e das armas nucleares. É a mentira dos direitos humanos que iriam ser levados e instalados pelas tropas de ocupação e os seus sequazes locais.


 


      É bom lembrar que, ao tempo, o Governo português, o governo PSD/PP, caucionou e reproduziu tais mentiras para apoiar a guerra e encenar esse episódio vergonhoso de subserviência que foi a cimeira dos Açores, onde se deu o sinal para a invasão.


 


      E é bom lembrá-lo para sabermos se o actual Governo do PS cauciona ou não a mentira dos direitos humanos como legitimadora da ocupação do Iraque. Precisamos de saber o que pensa o actual governo da situação de Guantanamo e que diligências se propõe, se é que se propõe fazer, neste domínio. Ou, como aconteceu no caso das prisões secretas da CIA, se vai continuar a refugiar-se no argumento da falta de provas.


 


      É preciso saber, perante tudo o que está à vista, se os compromissos militares e policiais actualmente assumidos pelo Governo com as forças ocupantes no Afeganistão e no Iraque, devem ser mantidos. Ainda recentemente o Ministro da Defesa anunciou o prolongamento por mais um ano do contingente de cerca de 180 militares no Afeganistão. É preciso saber qual o sentido do seu sacrifício.


 


      É preciso saber de que lado se posicionam o Governo português e esta Assembleia quando o essencial, os direitos humanos, se coloca como questão.

      Lisboa, 22 de Fevereiro de 2006
      Fernando Rosas


 



publicado por befelgueiras às 14:29
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2006
fine art fair frankfurt

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publicado por befelgueiras às 14:46
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006
«Envelope 9»

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              Nota do Bloco de Esquerda - Acerca das investigações sobre o "envelope 9"


O Bloco regista que passam 33 dias desde que o Presidente da República exigiu que "essas averiguações estejam ultimadas a curtíssimo prazo" e que até hoje o PGR ainda não respondeu ao Presidente.
No dia em que constitui arguidos três jornalistas, o Bloco espera que o PGR esteja em condições de apresentar imediatamente as conclusões do seu inquérito.


      Acerca das investigações sobre o "envelope 9" - Nota do Bloco de Esquerda (completa)


O Ministério Público constituiu arguidos três jornalistas por "acesso indevido a dados pessoais" no contexto da publicação das listas de pessoas referenciadas pela PT e constantes do "envelope 9".


 


O Bloco assinala que esta investigação sobre um abuso de compilação de dados pessoais e da sua utilização deve prosseguir com toda a responsabilidade e não se pronuncia sobre as diligências judiciais nesse contexto.



         Mas o Bloco regista que passam 33 dias desde que o Presidente da República exigiu que "essas averiguações estejam ultimadas a curtíssimo prazo" e que até hoje o PGR ainda não respondeu ao Presidente. Passam igualmente 26 dias desde que o PGR veio ao Parlamento apresentar o início dessa investigação e o Parlamento ou o país ainda não têm conhecimento de nenhum resultado desse trabalho. Nos jornais foi publicada uma notícia com fonte não identificada da PGR indicando que essa investigação demorará três meses, ou seja, que se concluirá depois da tomada de posse do Presidente que substituirá quem exigiu o inquérito a "curtíssimo prazo".

        Neste contexto e no dia em que constitui arguidos três jornalistas, o Bloco espera que o PGR esteja em condições de apresentar imediatamente as conclusões do seu inquérito.


 



publicado por befelgueiras às 20:01
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006
Homenagem - José Afonso - Guimarães

 


Zeca Afonso.jpg ZECA AFONSO, NUMA CIDADE SEM MUROS NEM AMEIAS... COM GENTE IGUAL POR DENTRO E GENTE IGUAL POR FORA


CENTRO CULTURAL VILA FLOR, 24 E 25 DE FEVEREIRO DE 2006


...GUIMARÃES... RECEBE OS AMIGOS DE JOSÉ AFONSO E DÁ-LHES GUARIDA...


PROGRAMA DA INICIATIVA




DIA


HORA


LOCAL


INICIATIVA


CARACTERÍSTICA


FEVº/ MARÇO


 


 


GUIMARÃES


“PÃO COM SONHO”


(distribuição de milhares de sacos de embalagem de pão com dados biográficos e alguns poemas de José Afonso)


Iniciativa da “Pavico”-Concentração Vimaranense de Panificação Lda e Biblioteca Municipal Raul Brandão


 


 


23 FEVº/ 13 ABRIL


 


 


BIBLIOTECA MUNICIPAL RAUL BRANDÃO GUIMARÃES


 


EXPOSIÇÃO:


“ZECA AFONSO: O SONHO CANTADO”


Exposição da responsabilidade da Biblioteca Municipal Raul Brandão


-Zeca Afonso: história de uma vida


-Coimbra e os tempos de estudante


-A obra – discografia-obras principais


-O cantor e a sua criatividade musical: anatomia de uma carreira


24 FEVº


18 H


 


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


ABERTURA DA INICIATIVA


-Exposição da responsabilidade da Associação José Afonso;


-Bancas de livros e discos a cargo da AJA, “Mundo da Canção”,  “As Formigas de Macieira da Lixa”;


-Espaço de mostra de objectos e documentos pessoais sobre José Afonso;


-Animação musical, de “rua”;


 


19H 00


CENTRO CULTURAL VILA FLOR-ESPAÇO CAFÉ- CONCERTO


 


LANÇAMENTO DO LIVRO


ZECA SEMPRE


 


Livro de depoimentos de autores galegos e portugueses sobre José Afonso da responsabilidade da Editora portuense – ARCA DAS LETRAS


 


 


 


 


Animação musical de rua


 


21H 30


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


AUDITÓRIO


GRANDE


 


 


 


CONCERTO


 


MANUEL FREIRE


PEDRO BARROSO


JOÃO LOIO


“DE OUTRA MARGEM”


(galaico-português)


CHAMASTE-ME´Ó


DINO FREITAS


MANUEL DE OLIVEIRA


 


24h


CENTRO CULTURAL VILA FLOR-ESPAÇO CAFÉ- CONCERTO


 


MÚSICA E POESIA DE JOSÉ AFONSO


 


Ambiente de Café - Concerto


 


25 FEVº


 


10H 3O


 


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


“WORKSHOP” SOB O TEMA: “(RE)   VIVER ABRIL COM ZECA AFONSO – PARA UMA DIDÁCTICA DE UNIDADE”


 


Orientada para o sector do ensino, da responsabilidade do Sindicato dos Professores do Norte, com apoio editorial e audiovisual


 


A PARTIR DAS


15 H


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


EMISSÃO “NON STOP” DE VÍDEO E PROJECÇÃO DO FILME “O ANÚNCIO”DO REALIZADOR JOSÉ CARDOSO


José Afonso participa neste filme interpretando “Vejam Bem”, para o qual compôs esta canção


 


 


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


 


ANIMAÇÃO DE RUA NO ÁTRIO E JARDINS


 


Participação de alguns dos grupos integrantes dos elencos dos concertos


 


 


17H


 


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


 


“JOSÉ AFONSO, O MÚSICO, O POETA, O HOMEM”


DEBATE/CONFERÊNCIA


Moderado pelo jornalista RUI PEREIRA, este debate terá a participação de: ALÍPIO DE FREITAS, JOSÉ VIALE MOUTINHO, OCTÁVIO FONSECA, PADRE MÁRIO DE OLIVEIRA E VIRIATO TELES em representação do “mc”-MUNDO DA CANÇÃO,


 


 


21H30M


 


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


AUDITÓRIO


GRANDE


 


 


CONCERTO


 


ARDENTÍA


(Galiza)


AMELIA MUGE


LUANDA COZETTI


FRANCISCO FANHAIS


JOSE FANHA


ZÉ PERDIGÃO


CANTO NONO


ASTEDIXIE


UXIA


(Galiza)


 


 


 


24H


CENTRO CULTURAL VILA FLOR


 


 


MÚSICA E POESIA DE JOSÉ AFONSO


 


Café – Concerto


 


PARTICIPAÇÃO MUSICAL, AINDA, DE: “ERVA DE CHEIRO”, LUIS PORTUGAL / VITOR FERNANDES/ PAULO SERAFIM E CLARA E PEDRO BRANCO.


 


 


 


  BILHETES À VENDA: 


CENTRO CULTURAL VILAFLOR- GUIMARÃES


www.aoficina.pt


telef / fax : 253424700 / 253424710


(15€ POR CONCERTO, 25€, BILHETE PARA OS DOIS CONCERTOS)


 


 


INICIATIVA do C.A.R. – CIRCULO DE ARTE E RECREIO (GUIMARÃES),


 


com o apoio de


 


ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DA UNIVERSIDADE DO MINHO

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publicado por befelgueiras às 17:48
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Agostinho da Silva - URGENTE - Ler e reler

«Não sou um ortodoxo,


nem um heterodoxo,


sou um paradoxo.»


Agostinho da Silva



publicado por befelgueiras às 13:27
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2006
PEREGRINAÇÃO

CAMÕES & FERNÃO MENDES PINTO?


Camões: "Que um fraco Rei faz fraca a forte


gente."


Tentativa 2.jpg


FERNÃO, MENTES?


 


- MINTO!



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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2006
Directiva BOLKESTEIN

bolkestein.jpg



publicado por befelgueiras às 17:32
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2006
Contra a opção nuclear

Convite


      Convidam-se todos os cidadãos (e associações cívicas, de ambiente e segurança civil, e outras) que querem marcar a sua posição de rejeição de centrais nucleares em Portugal e a primazia de fontes realmente alternativas e renováveis conciliáveis com baixos impactos ambientais, a estarem presentes no domingo 19 de Março próximo na aldeia de Ferrel, no concelho de Peniche, a cerca de 80 km de Lisboa.


      Marquem já na vossa agenda!


      No dia 15 de Março, a quarta feira anterior, perfazem-se 30 anos sobre a marcha do povo da aldeia de Ferrel sobre o local onde decorriam trabalhos preparatórios para a então projectada central nuclear, numa impressionante manifestação de recusa, pacífica e determinada.


      Note-se que em Abril decorrem 20 anos sobre o acidente nuclear de Chernobil, a prova provada do que o movimento antinuclear sempre afirmou: as centrais nucleares representam um perigo desmesurado e inaceitável.


      Tornou-se entretanto moda atribuir o acidente à tecnologia nuclear "soviética", hoje descartada, como se em 1979 não estivesse estado iminente um acidente de enorme envergadura em Three Mile Island, nos Estados Unidos, e como se na Europa Ocidental, nos EUA e no Japão (tudo tecnologia "ocidental") não sejam numerosas e constantes as situações de maior ou menor perigo que contam já várias vítimas mortais e que têm feito passar calafrios na espinha dos poucos que tomam conhecimento imediato desses riscos, capazes de degenerar em catástrofe de dimensões incalculáveis.


      Assim, comemoraremos os 30 anos da recusa do nuclear em Ferrel e lembraremos os 20 anos de Chernobil, numa evocação de solidariedade com as vítimas do nuclear.


      Um programa mínimo e indicações de carácter prático serão divulgadas dentro de dias.


      Está em constituição uma pequena Comissão Organizadora, que conta já, entre outros, com os seguintes membros:


      J. Delgado Domingos, Professor Catedrático do IST e autor do livro "Inteligência ou Subserviência Nacional?" com enfoque na recusa do nuclear e na proposição de alternativas


      Afonso Cautela, jornalista, autor do livro "O Suicídio Nuclear Português"


      Viriato Soromenho Marques, Professor Catedrático na Universidade de Lisboa, ex-presidente da Quercus


      Silvino Conceição João, presidente em exercício da Junta de Freguesia de Ferrel


      António José Correia, presidente em exercício da Câmara Municipal de Peniche


      Mariano Calado, escritor e mestre em História Regional e Local, residente em Peniche


      José Luís Almeida e Silva, director do jornal Gazeta das Caldas e que teve papel fulcral na luta antinuclear em Portugal de 1976 a 1982 (ano em que o projecto nuclear foi posto na gaveta)


      Manuel Ferreira dos Santos, engenheiro, representante das ONGA no CNADS - Conselho Nacional do Desenvolvimento Sustentável


      José Carlos Costa Marques, tradutor e editor, participante dos preparativos do Festival Pela Vida Contra o Nuclear que, em Janeiro de 1978, assinalou nas Caldas da Rainha e em Ferrel a recusa do país ao nuclear.


      Cordiais saudações,


      José Carlos Marques


      jcdcm@sapo.pt



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Domingo, 5 de Fevereiro de 2006
Dionísio de Halicarnaso

"A história é uma filosofia em exemplos."


Dionísio de Halicarnaso (60 a. C.-10 d. C.); historiador grego.


Tradução livre



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Sábado, 4 de Fevereiro de 2006
Casamento de pessoas do mesmo sexo

Bloco apresenta projecto para permitir casamento entre pessoas do mesmo sexo


 


                                                                 


 


O Bloco de Esquerda apresentou hoje [01 de Fevereiro] em conferência de imprensa um projecto de lei que permite que os homossexuais possam casar-se. Segundo a Lusa, o deputado Fernando Rosas argumentou "O artigo 1577 encontra-se em situação inconstitucional", referindo os artigos da Constituição segundo os quais “ninguém pode ser discriminado em função da "orientação sexual" e "todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade".
Aceda aqui ao projecto de lei, em pdf



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