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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
DIGA: NÃO à violência doméstica!

Sábado, 14 de Novembro de 2009
Einstein, Albert
«Quem nunca errou, nunca tentou nada de novo»

Albert Einstein, físico (1879-1955)
Em 14 de Novembro de 1922 a BBC começou o seu serviço de rádio na Grã Bretanha
Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Duros Muros...
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Nesta Quarta feira na Assembleia da República, o PS, o CDS e o PCP juntaram os seus votos para chumbar uma saudação apresentada pelo Bloco de Esquerda, a respeito da queda do Muro de Berlim há 20 anos.
Saudando a mobilização popular que fez cair um regime repressivo, o voto assinalava a construção de outros muros, como na Palestina, na fronteira entre os Estados Unidos e o México ou noutros lugares do planeta, e condenava todas as restrições aos direitos democráticos.
O PS preferiu alinhar com os votos apresentados pelo PSD e CDS, que recapitulavam a teoria do fim da História. A deputada Catarina Martins lembrou à direita e ao PS que o discurso da Guerra Fria sobre o "mundo livre" era feito quando em Portugal havia uma ditadura protegida por essa Guerra Fria. O PCP opôs-se a todos os votos que se referiam aos 20 anos da queda do Muro, enquanto os Verdes votaram com o Bloco de Esquerda.
Leia aqui o texto do voto apresentado pelo Bloco de Esquerda
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Campanha:


Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Imagina só:


Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Bloco de Esquerda Felgueiras
Balanço das eleições 2009
As eleições não são um fim em si mesmas – são um meio para atingir um fim – ganhar eleições é só o primeiro passo para trabalhar em prol das populações e do seu bem-estar.
Pretendemos com este texto contribuir para a discussão, compreensão e balanço sobre as eleições deste ano de 2009 (europeias, legislativas e, principalmente, autárquicas).
Objectivos – atingidos ? Sim ou não?
A embalagem tomada nas europeias – com Magníficos resultados – aterrorizou a direita e os comentadores conservadores. A triplicação da representatividade colocou o BE na órbita do poder. Houve logo uma campanha contra o Bloco. Este foi confrontado com o seu programa de governo que foi atacado por todos os sectores da sociedade portuguesa. O Bloco tornou-se uma ameaça aos partidos, ditos, do arco do poder; aos negocismos do bloco central dos interesses económicos e um alvo a abater. O país apercebeu-se que o PS podia ficar nas mãos do Bloco e isso aterrou-o!
À embalagem tomada nas legislativas com extraordinários resultados (duplicação do número de deputados) pode e deve aplicar-se o raciocínio efectuado para os resultados das europeias. Também nestas eleições houve boa visão e estratégia, conseguimos claramente marcar a agenda política nacional.
O discurso de lucidez, clareza e radicalidade obteve votos, pois as propostas agradaram às pessoas. A duplicação dos resultados no parlamento nacional e a triplicação no parlamento europeu são, disso mesmo, prova insofismável.
Quando se vota, vota-se também na oposição. Não se vota só em quem tem o poder, vota-se também com confiança e convicção na oposição que vai fiscalizar e apresentar sugestões ao poder político. O BE personifica esta oposição.
Perdeu-se nas Autárquicas!
– Perdeu-se força, capacidade de empenho e de sofrimento
Os resultados das autárquicas fizeram-nos descer à realidade e trouxeram-nos amargos de boca.
Mesmo nas apostas máximas em Lisboa e no Porto – perdeu-se em toda a linha pois os resultados foram medíocres.
As candidaturas em concelhos atípicos como o nosso (onde houve uma inflação de candidaturas) não facilitou o trabalho mas também não deve servir-nos de desculpa. Há que reflectir sobre os porquês destas votações tão abaixo das nossas expectativas. Se é verdade que subimos em números absolutos e em percentagem não é menos verdade que não conseguimos a eleição de um representante para a Assembleia Municipal.
Temos a noção que o voto útil funcionou para afastar Fátima Felgueiras do poder e, desta vez, beneficiou grandemente a coligação de direita (PSD/CDS) que atingiu a maioria absoluta. A dispersão de votos por sete candidaturas também não nos beneficiou pois implicou uma pulverização dos partidos mais pequenos. São as pessoas e o seu empenhamento que fazem grandes ou pequenos os partidos.
Temos consciência dos parcos recursos, materiais e humanos (número reduzido, pouco empenhamento, períodos de trabalho, estudo e mesmo férias) e das suas consequências negativas nas nossas candidaturas.
Constatamos que os resultados das autárquicas são, no todo nacional, uniformes. Os resultados foram análogos em locais onde apresentamos bons ou maus candidatos – podemos considerar, genericamente, que foi um falhanço total face aos objectivos pretendidos. Falta estrutura autárquica ao Bloco de Esquerda! Faltam campos de proximidade com o concreto; com as pessoas – ouvir/escutar as pessoas e os seus problemas. A simpatia do Bloco tem de ser capitalizada em apoios concretos às suas propostas válidas e isso tem de traduzir-se em votos, foi isso que faltou nestas autárquicas!
Se a nível nacional as eleições se disputam a cinco (forças com deputados eleitos) a nível local, praticamente, disputam-se a apenas dois (PS e PSD). Entre quem tem o poder e a obra feita e entre quem pode ser poder e fazer essa mesma obra. As relações são polarizadas na personalidade do candidato e nas suas ligações pessoais. Muitas vezes não são os candidatos às Câmaras quem ganham as eleições mas os presidentes em exercício que as perdem. Quando o povo está farto; saturado das teias de interesses e cumplicidades que os poderes sempre tecem.
Sabemos que muitos dos nossos votos foram, em eleições anteriores, votos de protesto e isso teve, agora, os seus custos. Mas comparativamente às autárquicas anteriores (só se podem fazer comparações entre eleições do mesmo tipo) crescemos em termos de votos convictos e politicamente consolidados.
As agendas políticas concelhias devem alargar o seu âmbito local ao regional e ao todo nacional. Deveremos cuidar as políticas de comunicação (rádios, jornais, internet). A comunicação social muitas vezes distorce a realidade (por exemplo, quando no debate da Rádio Felgueiras, afirmámos que, se se for a favor da cobertura do saneamento e do abastecimento de água ao domicílio a 100% é ser radical, então somos radicais, logo alguns jornais escreveram: que nos apresentamos como radicais, pois dá jeito associar um candidato ao radicalismo e contribuir, assim, para o eliminar.
A crise económica mantém-se e com ela o radicalismo da direita nos ataques aos apoios sociais aos mais desfavorecidos. Nas épocas de crise recrudesce a reacção da direita, particularmente do CDS, contra os mais fracos: os pobres, os emigrantes, os desprotegidos. Crescem as demagogias populistas mais reaccionárias pelo que o Bloco terá um papel importante neste combate.
Os movimentos sociais devem marcar a agenda política pois é aí que se faz a política real.
Devemos alargar e consolidar a base de apoio do nosso partido promovendo uma campanha de adesões ao Bloco de Esquerda de Felgueiras.
Domingo, 18 de Outubro de 2009
Autárquicas 2009 Comentários III
"Autárquicas 2009"
Para além de todas as opiniões que possam surgir, sobre os resultados do BE nas autárquicas, há realidades que acontecem a nível local, e sobre os quais pouco ou nada se fala. O BE, sem porcos no espeto, sem agências de emprego, sem chantagens, sem pressões, sem sacos de plástico, esferográficas, balões, etc..., foi muito mais além do que alguns vaticinaram.
A campanha Obamizada do PS deveria ser bem esmiuçada até ao último pormenor. Há meios que uns têm outros não!
Autárquicas 2009 Comentários II
"Falta de estratégia"
O Bloco pode e deve ser uma força autárquica alternativa e sadia a esta bipolarização. A nível local, pode implantar-se desde que tenha recursos humanos que conheçam a comunidade e vice-versa, espírito de inovação, criatividade e bom senso. Parece-me ter havido uma forte aposta nos grandes centros, descurando outras comunidades que poderiam ter sido um enorme potencial, ficando sem alternativa por falta de estratégia das candidaturas apresentadas.
Autárquicas 2009 Comentários I
"Sempre a juntar forças"
É esta política do BE que o torna no único partido capaz de construir uma esquerda de confiança. Houve falhas? Pois houve, mas não é por isso que devemos desmoralizar. Compete-nos trabalhar cada vez mais, ir à procura se soluções, perceber como chegar às pessoas. As eleições autárquicas são diferentes das legislativas, pois são, e nós, como partido ainda em afirmação, não conseguimos chegar a todo o lado! É natural. Havemos de chegar lá.
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Resultados do Bloco para a Câmara Municipal de Felgueiras
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48,65%
17.938 votos
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4
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25,71%
9.478 votos
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2
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18,96%
6.992 votos
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1
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1,33%
489 votos
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1,32%
486 votos
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1,27%
470 votos
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0,46%
168 votos
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1%
369 votos
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1.3%
481 votos
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Nota:Todos os resultados são extraídos do site: http://www.dgai.mai.gov.pt/